Amo Café

Quem mais ama café?

Uma paixão nacional e meu amor incondicional…

Presença diária em minha vida, faz e fez  parte de muitos momentos…

Quanta memória afetiva o café traz?

O cafezinho sagrado depois do almoço…

Muita conversa boa embalada pelo café: entre amigos, em família, no trabalho…

O café da manhã pra dar aquela acordada e começar bem o dia…

O cafezinho na hora da pausa daquele dia corrido e cansativo…

O café está presente em muitas reuniões importantes, ou não..

Café é afeto, aconchego,  afago, demonstração de amor…

Mais café e AMOR por favor!

Amor

Ahhh o Amor…

Tive o amor de criança..

O da adolescência, forte e intenso…

O da maturidade, amava mais do que a mim mesma..

Engravidei e casei, de um amor que nasceu de uma amizade…

Me separei e me deparei com a realidade…

Depois de um tempo me joguei numa aventur, e impulsivamente, casei após 3 meses, e desse relacionamento uma filha. E o que era improvável durou quase 15 anos, mas, como nada é pra sempre, acabou!

Ahh o Amor, essa palavrinha tão pequenininha e tão forte. Capaz de mover montanhas,  mudar pessoas e o mundo.

Hoje sei que podemos amar de muitas formas e podemos ter muitos amores.

Já acreditei que podíamos amar somente uma vez…

Acreditei no pra sempre, mas, como já dizia o gênio Renato Russo, “o pra sempre, sempre acaba “…

E até eu entender isso,  sofri muito por Amor!

Acreditei em príncipes, me entreguei, me anulei, me enganei,  romantizei…

Gosto da sensação de estar apaixonada,  do frio na barriga,  das borboletas no estômago…

Não gosto do morno. Estar apaixonada é não viver no “morno”. Gosto da temperatura alta.

Sou intensa, vou até as últimas conseqüências, e essas, nem sempre são boas.

Quando se é intensa, tudo vem na mesma intensidade: a tristeza,  a felicidade,  a dor, e isso pra mim, é viver de verdade.

É sentir o doce e o amargo, ir do céu ao inferno, rir de gargalhar, e chorar de soluçar…

Assim sou eu!

O que mudou?

Sou a prioridade. Me amo, amo a vida, e a vida me ama…

Continuo sonhando e vivendo intensamente os momentos felizes, porque sei,  que são só momentos, e que nada é pra sempre…

Ahhhh o AMOR!

ESCOLHAS

A vida é feita de escolhas!

Eu confesso,  fiz muitas escolhas “erradas”, mas, não me arrependo de nenhuma delas…

Algumas escolhas são difíceis, outras nem tanto,  mas em resumo, estamos sempre buscando essa “tal felicidade”.

E eu? Escolho ser feliz todos os dias, mesmo quando tudo está contra essa escolha.

Quando estou ansiosa, escolho meditar, e sou feliz…

Quando estou triste, escolho a melhor playlist, e sou feliz…

Quando me sinto sozinha, olho para o lado e vejo meus filhos, entro no grupo do Whatsapp “amigas para sempre” e sou feliz …

Quando estou sem dinheiro, me divirto com o Netflix, e sou feliz…

Quando fico carente, vou na academia,  tomo meu vinho e sou feliz…

Quando quero viajar e não posso,  assisto um dos filmes que mais amo, e sou feliz…

Quando estou na TPM, me acabo numa panela de brigadeiro, e sou feliz…

Quando me desesperei, respirei, orei, e escolhi ser feliz…

Quando não me achei, me reinventei, e fui feliz…

Quando eu achei que nada ia dar certo, abriram novas oportunidades, e sou feliz…

Quando achei que não tinha mais saída, olhei para o mar, e fui feliz…

Somos responsáveis por nossas escolhas!

E eu? Escolho ser feliz todos os dias!

Ciclos

A cada ciclo que se fecha, outro se abre, e com ele, novas expectativas.

Quando encerramos um ciclo, fazemos um balanço das coisas boas e ruins, dos erros e acertos, para assim, estarmos preparados para o novo, para o futuro.

Depois dos 40, sentimos muito mais os impactos das decisões tomadas, tudo tem um “peso” muito maior, e o tempo para os recomeços diminui, já não há mais tanto tempo para errar…

2018 foi um ano particularmente difícil, e decidi que não queria mais ficar como estava, precisava mudar, arriscar, recomeçar.

O fato é  que é muito bom sentir o friozinho na barriga que o novo causa pela ansiedade do recomeço, mas, principalmente, sinto-me feliz e grata pelas novas oportunidades e possibilidades!

 

 

 

DE REPENTE, ADOLESCENTE!

A adolescência, é como um trampolim, da infância para a fase adulta (Rosângela Ferneda – Coordenadora assistente do Ensino Fundamental II)

E lá vou eu tentar sobreviver a essa fase novamente…

Agora, como mãe de menina, e já observo a primeira diferença em relação aos meninos: A adolescência chega bem antes…

Lembro-me que com o Lucas, percebi as mudanças de comportamento com 14 – 15 anos. A Malu, só tem 12 anos (quase 13), e parece que é outra menina…

As mudanças acontecem num piscar de olhos e a gente nem se dá conta, de repente, acorda e Plim…tem outra filha…

Uma vez, há algum tempo, não me recordo quem, me falaram: “na adolescência seu filho é abduzido e alguns anos depois será devolvido”. É assim mesmo que eu sinto. De repente, aquela garotinha dormiu e acordou completamente diferente (foi abduzida)…

De repente mais distante…

De repente com mais autonomia…

De repente não sei mais nada…

De repente não entendo de nada…

De repente, mudanças de humor, de comportamento, mudanças físicas…

Como lidar com tudo isso: com a insegurança, dúvidas e medos?

Como estar perto, se te quer mais distante?

Como dar apoio, se não quer mais sua ajuda?

Como ensinar, se já não sei mais nada?

Continuo errando tentando acertar, e acertando de vez em quando…

Muitas vezes só observando, as vezes invadindo o espaço, tentando entender, falando, falando, as vezes gritando (sim, também surto de vez em quando, digo que vou sumir, essas coisas…).

Mas, essa mãe, as vezes criança, as vezes adulta, as vezes adolescente, estará sempre aqui, por perto…para o que der e vier!

Dica de leitura – O texto abaixo reflete muito essa fase:

https://educacao.estadao.com.br/blogs/vital-brazil/adolescencia-que-fase-e-essa/

Adolescência: que fase é essa?

Colégio Vital Brazil

29 Junho 2018 | 16h52

“Minha vida é a história de um inconsciente que se realizou.” – Carl Gustav Jung

A palavra adolescente advém do latim “adolescere”, que significa crescer. Refere-se ao efetivo momento de transição, quando a infância dá passagem à fase adulta, com o objetivo de atingir outra identidade, tendo a adolescência como trampolim.

Abandonar a infância e subir os degraus até o referido trampolim causa ansiedade frente ao desconhecido. Cada degrau denota aprendizado e crescimento. Chegar ao topo, com os pés já sobre a rampa, traz a certeza de que a hora chegou – um verdadeiro mergulho rumo ao desconhecido e desejado.

Mudanças físicas e psíquicas compõem, de maneira acentuada, um cenário intenso e repleto de emoções na piscina da vida. O mergulho, as bolhas da imersão, as ondas que elas causam, o balançar da água turva e a distância até as bordas são sensações internas, que traduzem instabilidade. A insatisfação com seu corpo traz ao adolescente um sentimento desconfortável e inquietante. As ondas são avassaladoras.

Por outro lado, temos um descortinar de vida com inúmeras possibilidades. Amizades intensas e amores de pura beleza, os quais ficarão para toda a sua existência.

Ao considerar esse contexto, o resultado é o de alguém que se sente demasiadamente jovem para certas questões de vida e demasiadamente velho para outras. Desejam independência e liberdade, mas ao mesmo tempo sentem-se incapazes de “criar asas e voar”. O tempo passa rápido e o mundo colorido da infância parece ficar cada dia mais cinzento. Pressões, frustrações, ansiedade, alteração de humor, ambivalência emocional e senso de justiça potencializado são algumas das características desse momento. A rebeldia está à tona, principalmente em relação à autoridade, seja ela qual for – dos pais, inclusive. Afrontar e descumprir é a demanda do momento, independentemente de como a água da piscina esteja – serena ou turbulenta.

Aberastury e Knobel (1983) postulam que esse momento é marcado por uma flutuação entre dependência e independência; somente com a maturidade, o indivíduo encontrará o equilíbrio almejado. Por mais sonhada que seja, a adolescência denota euforia e descontentamento, alegria e tristeza, coragem e medo, avanços e retrocessos… O oscilar do trampolim continua permeado pelo antagonismo, e quem o comanda pede socorro.

Em termos cognitivos, Davis (1982) postula que o desenvolvimento resulta de um amadurecimento adequado, conquistado previamente nos estágios que antecederam essa fase, ganhando gradativamente uma complexidade das estruturas sensório-motoras e operações concretas, também conceituado por Piaget (2003). O pensamento hipotético-dedutivo maturado possibilita inúmeras descobertas e contribui para o domínio e exercício da flexibilidade e versatilidade. Parafraseando Vygotsky, a aprendizagem relaciona-se ao desenvolvimento do indivíduo desde o nascimento, fato este que contribui para o seu amadurecimento.

Mais uma questão torna-se relevante – o sentimento de pertencimento – o que faz esse momento ser muito especial. Os adolescentes precisam da valorização, do reconhecimento e da afirmação do “outro”, quesitos que o grupo lhes dá – em teoria. Tudo isso colabora para seu amadurecimento e desenvolvimento. A busca por modelos traz ao jovem aumento de repertório interno.

JUNG, C. G. (2009) refere-se a esse processo de maturação como individuação“A individuação, em geral, é o processo de formação e particularização do ser individual e, em especial, é o desenvolvimento do indivíduo psicológico como ser distinto do conjunto, da psicologia coletiva. É portanto, um processo de diferenciação que objetiva o desenvolvimento da personalidade individual. (…) Uma vez que o indivíduo não é um ser único mas pressupõe também um relacionamento coletivo para sua existência, também o processo de individuação não leva ao isolamento, mas a um relacionamento coletivo mais intenso e mais abrangente”. 

Temos, enfim, sabores intensos de alegria e satisfação. A água da vida pode parecer menos turva e instável. O oscilar pode tornar-se ameno. O mergulho, por mais difícil que seja, pode ser aprendizado. Se filmássemos em câmera lenta a trajetória do salto de um trampolim, veríamos flashes e sinais de empolgação, vivacidade, ousadia, intensidade, fantasia, coragem, luminosidade, fascínio e vida pulsante, com uma riqueza de detalhes inestimável. O que deve ficar é a consciência de que cada um deve se reconhecer como indivíduo único, na certeza de que as lembranças desta fase estarão presentes por toda a sua existência.

A chama do “gostinho de quero mais” necessita estar acesa para que venham outros saltos e trampolins, rumo ao autoconhecimento.

Rosângela Ferneda – Coordenadora assistente do Ensino Fundamental II

 

COPA DO MUNDO

É impressionante como esse evento mobiliza e contagia as pessoas.

Gostando ou não de futebol, particularmente, eu nem gosto muito e nem tão pouco entendo, como por exemplo, nunca compreendi o que é estar “impedido” rsss…

Já nascemos torcendo para algum time, que herdamos do pai, da mãe ou dos avós.

Independente de classe social, raça, religião ou opinião política, é um acontecimento em que todos se unem em prol de um único objetivo: torcer para o seu país!

Temos muitos problemas e muita pobreza, mas é fato também, que a maioria dos jogadores encontrou nessa profissão a única oportunidade, e por ser um esporte popular, é também a “garantia” de diversão de muitos brasileiros.

Antes de iniciar os jogos confesso que não estava muito entusiasmada, eu, e muitos, que diante de tantas coisas ruins acontecendo no nosso país em várias áreas: saúde, educação, segurança, e a corrupção que se espalha como uma doença, enfim, tudo isso nos faz desacreditar e desanimar…

Mas, basta iniciar os jogos para o envolvimento acontecer:

A emoção de todos cantando o hino nacional.

A alegria de um gol!

A comemoração da galera!

A comoção da torcida!

Todos vestindo as cores do nosso país…

Como disse, não entendo nada de futebol, mas, como psicóloga e profissional de recursos humanos, é muito bacana observar o quanto a razão x emoção influencia no andamento e resultado do jogo, como é legal ver os momentos de garra e superação!

Além de ser uma competição envolvente, também tem muito para nos ensinar em vários aspectos comportamentais: liderança, trabalho em equipe, motivação, inteligência emocional, agilidade, proatividade, flexibilidade, respeito, etc

E, por tudo isso, mesmo estando longe de ser  um país “politicamente” perfeito, temos que reconhecer que o futebol é sim uma PAIXÃO nacional…

Bora Brasil!

Esse texto foi postado no dia do jogo das quartas de finais contra a Bélgica.

Preciso de Férias!!!

Você já ouviu quando uma mãe diz: quando eu sumir você vai ver!!!??

Pois é, esse sentimento é legítimo.

Será que é “pecado” querer tirar férias de tudo e de todos?

Querer ficar sozinha 3, 5 dias, 1 semana…

Poder ficar só eu comigo mesma…

Sem se preocupar com as contas pra pagar…

Com o horário de dormir e acordar…

Com os relatórios pra entregar…

Com o que precisa comprar…

Com o cardápio da semana…

Poder ficar o dia todo de pijama…

Se tem ou não ração do Sol ou da Lua…

Se o Sol precisa tomar banho…

Sem ter que implorar pra levar o Sol pra passear…

Se a filha fez o dever ou escovou os dentes…

Se tem louça na pia pra lavar…

Cama pra arrumar…

De ter que insistir pra comer salada ou fruta…

De falar está tarde, vai dormir!

Ou simplesmente ficar em silêncio, e não ter que ouvir:

Não tem nada na geladeira

Isso de novo

Não gosto disso ou daquilo

Onde está tal coisa?

Acabou o leite

Acabou o remédio

Estou precisando disso ou daquilo

Você só reclama

Você é chata

Já vou…

Estou indo…

Só quero um tempo em silêncio

Só quero um tempo pra mim

Só isso…nada mais!

SÃO JOÃO

O mês de junho é marcado pelas conhecidas festas juninas…

Desde criança aprendemos a curtir essa festa: dançando quadrilha nas escolas (dancei muito). Lembro-me dos ensaios e das apresentações, com os vestidos coloridos, cheio de babados, o chapéu de palha, trança no cabelo e o rosto com um blush bem rosa com pintinhas pretas.

São muita recordações…

Uma das coisas que mais gostava dessa época eram os balões. Ia a campeonatos e achava lindo demais.

Outra lembrança boa, era o da minha avó e tias fazendo pamonha. Era um dia todo de preparo e muito trabalho: uma limpava o milho, outra ralava e assim ia o dia todo, até a melhor hora que era quando ficavam prontos, e comíamos quentinha com café coado na hora. Ohh tempo bão!

Sem contar, todas as outras comidas típicas deliciosas, ao som de um forrózinho pé de serra…

O tempo passa, e volto a viver esse ritual com os filhos. E ano após ano, sempre surge uma festa: na escola, com amigos ou na empresa.

Vim morar em Salvador, e só no nordeste, pude entender a importância e significado dessa festa, onde para muitas pessoas é melhor que o carnaval.

Por aqui, não se chama Festa Junina, e sim Festa de São João;

o amendoim é cozido (a primeira vez que comi estranhei, e depois amei e viciei);

a canjica é mugunzá;

e o curau é canjica;

a bebida da época não é quentão nem vinho quente, e sim licor.

O dia 24 de junho é feriado, e pra muitos a véspera também.

Quem é da cidade, curte a festa no interior, e assim como no Natal, famílias e amigos se reunem, ao redor de uma mesa farta, fogueira acesa e muitos fogos para comemorar o dia, aliás, outra coisa que me chamou atenção foi o comércio de fogos.

E assim como no dia 25 de dezembro desejamos Feliz Natal, no nordeste dia 24 de junho desejamos Feliz São João!

E assim seja…

São João, São João, acenda a fogueira do meu coração!

MUDAR

Mudar renova e inova…

Mudar mexe com todos os sentidos: novas paisagens, novos cheiros, novos sabores, novos toques…

Um novo recomeço, um novo ciclo…

Hoje, ao fechar a porta do antigo ap pela última vez, dei uma olhada geral, e rapidamente passou um breve filme pela minha cabeça…

Fiquei apenas um ano nesse ap, mas foi tudo tão, tão intenso…tantas coisas aconteceram nesse 1 ano…

Mas esse ciclo se fechou, e não ficaram arrependimentos. Estou pronta para viver novas histórias, conhecer novas pessoas e renovar todos os sentidos.

Após 3 dias da mudança, com muito cansaço físico e emocional  acordei hoje com o corpo dolorido dos pés a cabeça, mas feliz e agradecida pelo novo começo, e enfim, quase tudo organizado.

Agora, nesse restinho de semana, vou me dar o direito de não fazer nada, para na próxima semana retomar a minha rotina de trabalho, academia, alimentação saudável, meditação, afinal, nem tudo muda, e rotina também é bom…

Quem venham novos dias!

Ensinamentos

Compartilhando ensinamentos…

“Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere… Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha. Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago. Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano. E telejornais… Os médicos deveriam proibir – como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada. Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde! E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna. Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca! Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Sonhar é melhor do que nada!”

Martha Medeiros